Quando o Filho do Homem vier em sua glória (São José e as obras de misericórdia #01)

Deus santo. Deus forte. Deus imortal. Deus misericordioso. Deus conosco. Deus Eucarístico. Pai Eterno, pela dolorosa paixão e ressurreição de Vosso Filho, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro.

Quando o Filho do Homem vier em sua glória (Mt 25,31)

A Palavra de Deus nos ensina que quando o Filho do Homem, Jesus, vier em sua glória ocorrerá o último julgamento e este será um momento decisivo para toda a humanidade e para cada pessoa. Ouçamos:

Quando o Filho do Homem vier em sua glória, e todos os anjos com ele, então se assentará no trono da sua glória. E serão reunidas na sua presença todas as nações e ele separará os homens uns dos outros, como o pastor separa as ovelhas dos cabritos, e porá as ovelhas à sua direita e os cabritos à sua esquerda. Então dirá o rei aos que estiverem à sua direita: “Vinde, benditos do meu Pai, recebei por herança o Reino preparado para Vós desde a fundação do mundo. (Mt 25,31-34)

Cientes de que este momento tão importante ocorrerá com cada um de nós, por ocasião da morte ou no último julgamento, convém perguntar ao Senhor, como fez um dia o jovem rico e relatado por Mateus: “Mestre, que farei de bom para ter a vida eterna?” (Mt 19,16). Naquela ocasião Jesus respondeu: “Se queres entrar para a Vida, guarda os mandamentos” (Mt 19,17b).

Nos dias de hoje, devemos fazer a Jesus a mesma pergunta e podemos contar com a presença amorosa e paterna de São José para interpretar a resposta de Jesus e guardar, no dia a dia, os mandamentos do Senhor.

Hoje iremos refletir sobre a importância da intimidade com o Senhor e do santo recolhimento. São José Marello nos ensina que “imensas são as vantagens que lucramos da união com Deus no santo recolhimento”, e indica a Sagrada Família como exemplo. Ouçamos São José Marello:

Imensas são as vantagens que lucramos da união com Deus no santo recolhimento. Vejam a Jesus, Maria e José, os três maiores personagens que viveram nesta terra.

Que faziam eles em Nazaré? Nada de grande e extraordinário aparentemente; não se dedicavam senão a ocupações humildes e ordinárias, próprias de uma família de trabalhadores.

Mas estando eles animados pelo espírito de oração e de união com Deus todas as suas ações assumiam um valor e esplendor imenso aos olhos do céu.

Não se trata, pois, de fazer ações extraordinárias, senão de fazer em cada coisa a vontade de Deus.

Sejam pequenos ou grandes os trabalhos que nos tenham sido designados, basta que os façamos por obediência à vontade de Deus e conseguiremos neles grandes méritos. 

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